Ecos, porque se trata da ressonância que certos fatos ou obras de arte produzem em mim, embora o som que devolvo ao mundo nunca seja mera repetição do que entrou (isso sem falar na ninfa); prosaicos, pelos dois sentidos do termo: pela forma de prosa e por ser corriqueiro, vulgar. Afinal, quem é a prosa para falar da poesia?
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sábado, 6 de junho de 2026
O Que É Isso, Companheiro? no Tela Brasil
Se você gosta de cinema brasileiro e de obras que ajudam a refletir sobre a história recente do país, vale muito a pena assistir O Que É Isso, Companheiro?. O filme é baseado no livro autobiográfico O Que É Isso, Companheiro?, de Fernando Gabeira, que relata experiências da luta contra a ditadura civil-militar brasileira.
A trama acompanha o sequestro do embaixador norte-americano em 1969 por grupos de resistência ao regime, explorando os dilemas políticos, éticos e humanos daquele período. Sem abrir mão da tensão dramática, o filme convida à reflexão sobre autoritarismo, democracia e memória.
O elenco é excelente, com destaque para Fernanda Torres, além de grandes nomes do cinema nacional. A direção de Bruno Barreto constrói uma narrativa envolvente e acessível, mesmo para quem não conhece profundamente o contexto histórico.
Uma ótima porta de entrada para quem deseja conhecer melhor esse capítulo da história brasileira — e, depois, mergulhar no livro que inspirou a adaptação.
O melhor: o filme está disponível gratuitamente na plataforma Tela Brasil.
quinta-feira, 4 de junho de 2026
O Que É Isso, Companheiro? - Ditadura e resistência
Baseado no livro autobiográfico O Que É Isso, Companheiro?, de Fernando Gabeira, o filme O Que É Isso, Companheiro? retrata um dos episódios mais marcantes da ditadura militar brasileira: o sequestro do embaixador norte-americano Charles Burke Elbrick, em 1969.
A obra acompanha jovens militantes que acreditavam que a luta armada era um caminho para enfrentar a repressão do regime. Mais do que uma narrativa sobre ação política, o filme provoca reflexões sobre democracia, autoritarismo, idealismo e os custos humanos dos conflitos políticos.
Embora tenha sido indicado ao Oscar de Melhor Filme Internacional, o longa recebeu críticas por suavizar certos aspectos da ditadura e por alterar acontecimentos narrados no livro. Já a obra de Gabeira apresenta uma visão mais complexa, autocrítica e pessoal daquele período histórico.
Vale a leitura e a sessão de cinema para quem deseja compreender a resistência à ditadura e os desafios da construção democrática no Brasil.
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